Anil

Anil

Pela hora da lua sinto a tua falta. Não há um reflexo que te traga nem luz que te devolva. Partiste. És aura e só memória e contornos indefinidos. Azul, anil, apenas cinza. Sempre passado.

Saudades do futuro (II)

Saudades do futuro (II)

Porque queres que tenha saudades do futuro? Esta é uma cidade cheia de silêncios ruidosos e passageiros sedentários. Olhares lânguidos e surdos. Luzes baças que quase sempre são também esquivas. Coimbra é feita de viagens impossíveis ao passado, mergulhos desesperados no futuro e maremotos sem epicentro. Olhando em volta só se encontram amores impossíveis. (…)Eram Continue reading Saudades do futuro (II)