O dia de amanhã

EVOHÉ “Alguém diz com lentidão, Lisboa sabes? eu sei…” Caminhas com a graça de princesas tão belas como a beleza, Evohé, descendo as ruas da cidade,  do lado ímpar da estrada, ao encontro do amor “É uma rapariga descalça e leve, um vento súbito e claro nos cabelos…” Estava um frio quente, entardecia a primavera e havia sol, […]

As cabras 

Por toda a parte onde a terra for pobre e alta, elas aí estão, as cabras – negras, muito femininas nos seus saltos miúdos, de pedra em pedra. Gosto destas desavergonhadas desde pequeno. Tive uma que me deu meu avô, e ele próprio me ensinou a servir-me, quando tivesse fome, daqueles odres fartos, mornos, onde […]